Sabe aquela sensação de obrigação que você tem todo dia de ter que ir trabalhar? Essa é uma sensação que não quero ter quando escrevo no meu Blog. Quando escrevo aqui, estou inspirada é um sentimento que me enche por dentro.
Incrivelmente, descobri que existem mais pessoas que lêem o meu Blog do que eu imaginara. Esse fato me fez pensar que outras pessoas em outros lugares, completamente distantes daqui, talvez parem em algum segundo, de algum dia em suas vidas para ler o que escrevo.
Lembro-me da primeira vez que ouvi falar em Blog. Pedi para que me explicassem do que se tratara, então me interessei muito pelo assunto. Como tudo o que é novo para nós a primeira vista estranhamos, mas logo me veio muitas idéias a cabeça.
A hipótese de ser ter um diário aberto para qualquer pessoa que quiser ver, me deixou muito assustada no início, mas logo depois me surgiram outras.
A idéia de que estas palavras talvez fiquem gravadas aqui por um espaço de tempo tão longo, que eu nem esteja mais aqui para escrever, me deixou curiosa. Mas como por enquanto do futuro nada sabemos, essa é só mais uma imagem que me veio à cabeça.
Você simplesmente para em frente ao seu computador e fala livremente de um assunto qualquer, de seu interesse. Eu deixo vir do meu coração as coisas que desejo escrever, como esta, por exemplo.
Sinto-me lisonjeada em pensar que alguém tem interesse no que tenho a dizer. Adoro receber uma postagem, que mesmo anônima, faz com que eu tenha vontade de escrever novamente! Inclusive as críticas também são bem vindas!
Às vezes, saber que o que você escreve, outra pessoa distante de você, pensa da mesma forma ou simplesmente talvez, admira o que escreve, é incrível. Da mesma forma que também não me chateio se não houver muitas visitações. O importante pra mim aqui, é esvaziar o coração. Como se refere na Bíblia Sagrada: “Pois da abundância do coração fala a boca.” (Isaías, 26:3).
Recordo-me de certa vez de um amigo me comentou que iria morar sozinho e então, teria de criar um Blog! Quando escrevo aqui, mesmo que minhas palavras eventualmente possam não ser tão alegres, eu estou feliz comigo mesma. Estou sendo eu própria, assim como sou em todos os momentos de minha vida, mas de uma maneira leve e que me realiza.
Querido leitor, recomendo que experimente esta sensação!
Um grande abraço a todos e obrigada por visitar!
Incrivelmente, descobri que existem mais pessoas que lêem o meu Blog do que eu imaginara. Esse fato me fez pensar que outras pessoas em outros lugares, completamente distantes daqui, talvez parem em algum segundo, de algum dia em suas vidas para ler o que escrevo.
Lembro-me da primeira vez que ouvi falar em Blog. Pedi para que me explicassem do que se tratara, então me interessei muito pelo assunto. Como tudo o que é novo para nós a primeira vista estranhamos, mas logo me veio muitas idéias a cabeça.
A hipótese de ser ter um diário aberto para qualquer pessoa que quiser ver, me deixou muito assustada no início, mas logo depois me surgiram outras.
A idéia de que estas palavras talvez fiquem gravadas aqui por um espaço de tempo tão longo, que eu nem esteja mais aqui para escrever, me deixou curiosa. Mas como por enquanto do futuro nada sabemos, essa é só mais uma imagem que me veio à cabeça.

Você simplesmente para em frente ao seu computador e fala livremente de um assunto qualquer, de seu interesse. Eu deixo vir do meu coração as coisas que desejo escrever, como esta, por exemplo.
Sinto-me lisonjeada em pensar que alguém tem interesse no que tenho a dizer. Adoro receber uma postagem, que mesmo anônima, faz com que eu tenha vontade de escrever novamente! Inclusive as críticas também são bem vindas!
Às vezes, saber que o que você escreve, outra pessoa distante de você, pensa da mesma forma ou simplesmente talvez, admira o que escreve, é incrível. Da mesma forma que também não me chateio se não houver muitas visitações. O importante pra mim aqui, é esvaziar o coração. Como se refere na Bíblia Sagrada: “Pois da abundância do coração fala a boca.” (Isaías, 26:3).
Recordo-me de certa vez de um amigo me comentou que iria morar sozinho e então, teria de criar um Blog! Quando escrevo aqui, mesmo que minhas palavras eventualmente possam não ser tão alegres, eu estou feliz comigo mesma. Estou sendo eu própria, assim como sou em todos os momentos de minha vida, mas de uma maneira leve e que me realiza.
Querido leitor, recomendo que experimente esta sensação!
Um grande abraço a todos e obrigada por visitar!




















Por que esperamos tanto? A primeira coisa da qual me lembro ter esperado muito era para acabar foi o 1º Grau. Já nem sei mais se ainda chama-se 1º grau, mas enfim, era o 1º grau, pelo menos na época. Sair da turma dos pirralhos e passar para o 1º ano do 2º grau, onde todo mundo era mais velho e mais legal. Mas quando finalmente estava no 1º ano, já estava pensando em me formar e preocupada com qual carreira iria seguir. Tive 3 anos para me perguntar o que eu realmente queria ser da vida, e quando cheguei para fazer o teste vocacional na UFRGS – junto com meus colegas de aula – estava em dúvida entre vários cursos. Nunca me esqueço de que quando cheguei lá, a moça me perguntou: - Em quais os cursos que tu tens dúvidas? E eu respondi: - em vários... E ela continuou (com um sorriso simpático no rosto): - Sim mas entre quantos? Afinal não podem ser tantos! E eu novamente respondi: Entre 19 cursos moça. Ela e meu professor (o que acompanhava a turma) começaram a rir muito, e me disseram que não poderia ser. Nenhuma pessoa fica em dúvida entre tantos cursos assim, que eu deveria repensar nos mais possíveis e tirar 10 cursos fora. E são eles: Artes Cênicas, Administração, Veterinária, Matemática, Letras, Odontologia, Engenharia de Produção, Engenharia Civil, Engenharia Mecânica, Arquitetura, Ciências Contábeis, Recursos Humanos, Pedagogia, Psicologia, Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Relações Públicas, Direito e Estatística (alguém acredita que fiquei em dúvida entre estatística??? Não desmerecendo quem goste, mas é que... bom é melhor deixar assim).



















